Foram aprovados, na Reunião de Câmara realizada a 18 de abril de 2016, os documentos de prestação de contas do ano de 2015, os quais serão submetidos a apreciação e votação pela Assembleia Municipal, no próximo dia 29 de abril de 216.
Os documentos aprovados em reunião do executivo contemplam a situação económica da autarquia relativa ao exercício em análise, uma síntese da sua situação financeira, evolução das dívidas a curto, médio e longo prazo nos últimos anos, assim como a proposta fundamentada da aplicação do resultado líquido do exercício, entre outros aspetos.
Tendo por base o trabalho desenvolvido, o executivo tem-se empenhado na maximização da receita e minimização da despesa, garantindo o cumprimento da maioria das medidas propostas no Plano de Saneamento Financeiro em curso.
Da análise às contas de 2015, comprova-se o enorme esforço levado a cabo pelo executivo, no cumprimento dos objetivos traçados e da orientação definida, tendo vindo a ser cumpridos os objetivos estabelecidos, facto demonstrado pelos resultados que garantem o cumprimento do Plano de Saneamento Financeiro, entre outras obrigações, criando bases sólidas para a projeção do concelho de Alcanena, seguindo um conjunto de estratégias de orientação da atividade municipal para os próximos anos, salvaguardando o desenvolvimento concelhio e o posicionamento estratégico de Alcanena na região do Médio Tejo.
Pela análise dos documentos que integram o Relatório de Gestão de 2015, é possível comprovar:
- Redução do Endividamento Líquido Municipal em 977.400,16€, passando 5.322.018,08€, em 2014, para 4.344.617,92, em 2015;
- Redução da dívida relativa a empréstimos de médio e longo prazo em 1.662.295,30€;
- Redução da dívida a terceiros de curto prazo em 224.957,39€;
- Execução orçamental da receita de 94,76%, verificando-se 95,44% na receita corrente e 91,51% na receita de capital;
- Execução orçamental da despesa de 94,69%, verificando-se 90,84% na despesa corrente e 96,87% na despesa de capital;
- Redução do prazo médio de pagamento a fornecedores para 14 dias;
- Redução do número de efetivos em 10, representando uma redução de 6,5%, acompanhada da consequente redução de custos e despesas associadas, cifrando-se, atualmente, o número de efetivos da CMA em 143.
Estes resultados evidenciam a relevância de uma gestão séria e responsável dos dinheiros públicos que se impõe na gestão dos recursos financeiros, que vão sendo cada vez menores, devido à situação económica e financeira que o país atravessa, com reflexos sentidos por todos ao nível local.